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Astana por um fio

Nikolai Proskurin, vice-presidente da Federação Cazaque de Ciclismo, declarou que a equipe está sendo afetada pela crise econômica, que os patrocinadores passam por dificuldades e que um novo patrocínio pode ser procurado
16/04/2009





Johan Bruyneel, diretor da Astana
O vice-presidente da Federação Cazaque de Ciclismo, Nikolai Proskurin, reconheceu ontem, dia 15, que a crise econômica está afetando a equipe Astana.

“A equipe tem passado por problemas financeiros nos últimos dois meses e não excluo que possa buscar outro patrocinador”, declarou Nikolai. “Neste caso, a equipe mudaria de nome e competiria com outra bandeira”. Até o momento, apenas uma das empresas cazaques que sustentam financeiramente a equipe rompeu formalmente o patrocínio, a Air Astana. Mas, de acordo com Proskurin, “as outras não se negaram a ajudar, mas falham na hora de cumprir seus compromissos”.

No entanto, Proskurin considera que a crise não atingiu o Cazaquistão com força o bastante para que o país não consiga sustentar a “melhor equipe do mundo”.

A Astana é considerada a equipe mais forte da atualidade e tem em sua esquadra nada menos que o heptacampeão do Tour de France Lance Armstrong, além do espanhol Alberto Contador, vencedor da prova em 2007 e atual campeão do Giro d’Italia e da Vuelta a España.






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