Após a queda em que quebrou a clavícula direita, Lance Armstrong fez declarações sobre o acidente e a dimensão que a fratura tomará em sua temporada
23/03/2009
Centro das atenções da primeira etapa da Volta a Castilla e León, a queda de Lance Armstrong rendeu ao ciclista a clavícula direita quebrada e o risco de não participar do Giro d’Italia deste ano.
“No final da corrida, os ciclistas começaram a se animar para ganhar. Todo mundo queria estar na ponta e alguns competidores bateram na minha frente e eu os acertei”, relatou o heptacampeão do Tour de France. “Isso nunca me aconteceu em 17 anos como ciclista profissional. Isso é o ciclismo. Não é culpa de ninguém. Batidas acontecem todo o tempo. É parte do trabalho”, explicou.
“Poderia ter sido pior, eu acho. Estou com o quadril e o cotovelo ralados, mas o grande problema é a clavícula quebrada. É bastante doloroso. Agora precisamos ver como será a recuperação”, contou Armstrong.
Sobre sua participação no Giro, no entanto, Armstrong preferiu não afirmar nada. “Estou muito desapontado. Muito. Especialmente para o Giro. Agora, o grande problema é a dor. Isso machuca. Preciso relaxar por alguns dias, resolver o problema e me planejar. Espero poder falar mais sobre o Giro em uma semana”, declarou o ciclista.